O Carnaval Acabou, Mas Sua Vida Continua

As luzes se apagaram, as cortinas fecharam.

A ilusão terminou.

Agora, você e a realidade se encaram.

Você acorda e as lembranças não param de surgir na sua memória.

Você se arrepende, chora de vergonha e ainda não acredita que tenha feito tantas coisas horríveis, as quais sempre odiou.

As estatísticas não conseguem registrar quantas pessoas foram feridas, magoadas e destruídas emocionalmente; ainda não controlam quantas contraíram o vírus do HIV, ou quantas entraram para o mundo das drogas e dos vícios.

Não existem dados para medir todas as consequencias do que foi feito durante esse feriado em nome da diversão.

Diversão que, para muitas famílias,  acabou em tragédia.

Os balanços registram que somente em acidentes nas estradas, 143 morreram. Afogados, só em Minas Gerais foram mais 22.

Você estar vivo agora e lendo esse post tem um significado: você tem uma chance. Não a deixe passar.

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Acompanhe a história trágica de Patrícia, que não teve essa mesma chance.

“Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me, no momento, quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane, minha amiga, escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais:

“Eu era uma jovem ’sarada’, criada em uma excelente família de classe média alta, em Florianópolis. Meu pai é engenheiro eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre dar, para mim e meus dois irmãos, tudo de bom e o que há de melhor, inclusive liberdade, que eu nunca soube aproveitar.

Aos 13 anos, participei e ganhei um concurso para modelo e manequim de uma grande agência de modelos, e fui até o final do concurso que selecionou assistentes de palco de um importante programa de televisão. Fui também selecionada para fazer um book em outra grande agência de modelos, em São Paulo.

Sempre me destaquei pela minha beleza física. Chamava a atenção por onde passava.

Estudava no melhor colégio de Florianópolis. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés.

Nos finais de semana, frequentava shopping centers, praias, cinema; curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas ‘saradas’, física e mentalmente.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar”… continue lendo

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